Atestado de estada em Paragominas

Comparada a outras cidades do interior do Pará, Paragominas é tranqüila, com casinhas de madeira que rodeiam a parte mais urbanizada da cidade. Com o minério por lá, a cidade cresce mais que o previsto: sobe o custo de vida, explode a especulação imobiliária, encarece a comida e os serviços. Quanto ao lazer, são poucas as opções: sobressaem as caminhadas, as praças e o Parque Ambiental.

Se precisar ir ou quiser conhecer Paragominas, recomendo o Residence Palace Hotel à Rua 15 de novembro.  É simples, com um quartinho que nem de detenção, mas possui um atendimento excelente e está muito bem localizado no Centro da Cidade.

Quando estiver por lá, tome suco de cupuaçu com pizza, caminhe pela praça Célio Miranda, visite o Parque Ambiental e faça um amigo funcionário da Vale. Estes são os atestados de quem esteve realmente em Paragominas.

Antunes
Rio de Janeiro, 16 de fevereiro de 2010

Praça Célio Miranda

Vista da varanda do hotel

A Igreja de Paragominas

Residence Palace Hotel à noite

2 Respostas para “Atestado de estada em Paragominas

  1. Conhecer de verdade uma cidade é descobrir a essência de seu povo, comer pizza e olhar como um estrangeiro não é conhecer, deve-se primeiro deixar o olhar preconceituoso em casa e ouvir as pessoas do lugar. Paragominas nasceu de uma obsessão de um visionário chamado Célio Miranda, uma história incrível de um homem que nasceu com a ideia de fundar uma cidade, que pena que você perdeu a oportunidade de informar a história e ter optado pela crônica fácil de falar as mesmices que qualquer um notaria.

  2. Gil,

    No Rio de Janeiro as mesmices que qualquer um notaria são: Cristo Redentor, Pão de Açúcar, Maracanã, praias… essas são as mesmices e mesmo assim não se tornam desiteressantes, muito pelo contrário. Vide que Paragominas é distante dos grandes centros, poucas pessoas a conhecem, ou seja, talvez as mesmices sejam o mais importante. Sorte que posso contar com você para dar o endereço dos melhores lugares e mais alternativos, deixe a lista aí abaixo. Quanto ao conhecer, ele se dá de diferentes formas: há o olhar do estrangeiro e o olhar do nativo. O único lugar do mundo que consigo ver um pouco como nativo é minha cidade, mesmo assim sou estrangeiro em vários lugares dela. Se você quer ler a visão de um nativo de Paragominas, entrou no blog errado, pois como deve ter percebido, sou carioca. Ah, sinceramente, mesmo sendo professor de História, me interessei mais pelas pizzarias e pela pracinha do que pelo seu famoso gado e sua gloriosa história. Como diria Manoel de Barros: O cu de uma formiga é muito mais importante que uma usina nuclear. Abraço

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