De como cheguei à Igreja de Matosinhos em Congonhas

Como o leitor deve ter percebido, na última crônica eu estava em Mariana. Pois começo aqui minha passagem por Congonhas. Mas, antes disso, meses atrás, minha esposa teve o trabalho de pensar como circular entre as cidades históricas. Pasme, leitor, pois nossos destinos turísticos são péssimos em deslocamento. Nos foi mais fácil, na Bolívia, conseguir comprar passagens de uma cidade pra outra do que viajar pelas Cidades Históricas mineiras.

Voltamos a Ouro Preto e acordamos cedinho para viajar para Ouro Branco e de lá ir para Congonhas. Para chegar a Igreja dos Matosinhos, pegamos um ônibus na rodoviária que deu uma volta desesperadora (ou seja, leitor, se você quer ganhar tempo, vá de taxi). Congonhas não é uma cidade bonita e não vale a pena se hospedar por lá, entretanto, se torna indispensável visitá-la, pois possui o maior acervo barroco do mundo e ficar diante de sua igreja é como sentir-se uma criança diante de Deus.

Antunes
Rio de Janeiro, 9 de novembro de 2010

Uma resposta para “De como cheguei à Igreja de Matosinhos em Congonhas

  1. Foram de ônibus? Perderam a oportunidade de ir com o meu guia: um mineiro legítimo, que dirigia, feito doido, um Opala em frangalhos e fazia pequenas paradas (na casa do primo, pra tomar café; no mercado, pra comprar banana…)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s