Boa Ação Cultural no Pão de Açúcar

por Carla Ceres – PARTICIPAÇÃO ESPECIAL


Você, turista de bom gosto, que vai ao Rio de Janeiro, poderia engrandecer sua viagem com uma boa ação cultural. Que tal levar um carioca para conhecer o Pão de Açúcar? Eu já fiz isso e recomendo.

Não, não vale conhecer de longe, como todo carioca da gema conhece. Tem que fazer o passeio completo: ir à Praia Vermelha, tomar o teleférico, mais conhecido como bondinho do Pão de Açúcar, encantar-se com a paisagem desde a saída, subir a 220 metros, desembarcar no morro da Urca, filmar e fotografar tudo o que puder, tomar outro bondinho, encantar-se mais ainda, chegar ao Pão de Açúcar, com seus 396 metros de altura, e ficar fazendo hora, embriagando-se de beleza, comprando umas lembrancinhas, beliscando alguma coisa, sem vontade de descer.

Há quase um século, os bondinhos fazem esse trajeto. Já levaram milhões de passageiros. Até Albert Einstein e o Papa João Paulo II estiveram lá. Atualmente os bondinhos estão na terceira geração. Enquanto os primeiros pareciam vagões de trem e inspiravam um certo receio, os atuais, de paredes transparentes, dão segurança e conforto para 65 pessoas e fazem cada parte do percurso em três minutos. Mesmo com tanta beleza e modernidade, há milhares de cariocas que nunca estiveram no Pão de Açúcar. Pelo bem deles, devemos levá-los até lá, nem que seja sob o pretexto de acompanhar-nos.

Agora, se você tiver um grupo de amigos radicais, cariocas ou não, pode
convidá-los para escalar o Pão de Açúcar. Só não se esqueça de pedir permissão ao Guardião da Pedra, a figura de um velho de 200 metros, que, com alguma prática, se consegue ver estampada no morro.

Mais informações: http://www.bondinho.com.br/

Carla Ceres
Piracicaba, 20 de janeiro de 2011

2 Respostas para “Boa Ação Cultural no Pão de Açúcar

  1. O único defeito é que o trajeto do bondinho – que para mim é a coisa mais legal do passeio – é muito rapidinho, 3 minutos não é nada… =]

  2. Sou tão, mas tão mão de vaca, que nunca andei de bondinho. Mas segui a trilha que dá no primeiro morro. Chamei Arlindo Orlando, mas ele preferiu ficar em casa.

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