Participações Especiais

Nôla Farias

De batismo Emanoelle, mas também conhecida pelos codinomes Manu, Manola, Nôla, Nô, Bissinha, Avestruzargentinonoelle e Nog Borolog. Formada em Geografia pela UFRJ, pesquisadora na área de América do Sul. E, indubitavelmente, o mais importante dado curricular: casada com Vinícius Antunes, autor deste Crônicas dumas Viagens, título que lhe dá passaporte para escrever aqui!
Textos que escreveu ou participou neste blog:

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Garota Insulina


Jovem escritora de linhas tão doces que é necessário insulinar. Vanessa Antunes da Silva, Nêssa, Vanexexa, é aluna de letras (port./esp.) da UFRJ, alcunhada por mim, seu irmão, de Garota Insulina. Escreve aqui neste blog para que respeitemos as cotas pra diabéticos.
Texto que escreveu para este blog:

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Tuko Vinte Dois

Arthur Oliveira Antunes, o Tuko Vinte Dois. Ex-gordo, ex-magro, ex-fraco, ex-fumante. O cara muda mais que o clima no Rio de Janeiro em março, mas é perpetuamente meu primo. É um pequeno empresário, herdeiro da milenar SilkCenter e marketeiro formado. Com seu metro e noventa de altura e metido a lutador de vale-tudo, sua fraqueza reside em ver uma agulha. Porém, não teve o mesmo medo da pena. Parou e, com seu bom humor, escreveu pro blog.
Texto que escreveu para este blog:

A Feira dos Paraíbas

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Éric Borges

Éric Borges é Supervisor Sedentário, opa, Censitário. Faz bico como geógrafo e sósia do Salsicha do Scooby Doo. Vive por aqueles lados do Méier, arriscou morar em Cascadura e até na Alemanha onde cumpriu com dignidade sua função de mequiscravo.  É poliglota: domina o alemão, o inglês e até o português, língua em que escreve pra este blog de viagens.
Texto que escreveu para este blog:

SAARA

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Thiago Angola

Thiago Angola ou pai Thiaguinho d’Angola é marketeiro fundamentalista, colaborador do Senac e diácono da Igreja Presbiteriana de Jacarepaguá. Pós-graduado em quiromancia e leitura de mentes, é dançarino de alta categoria, inventor de passos jamais inventados e possuidor de forte talento para desastrices. Já se prostituiu para as mais diversas megacorporações, mas, apesar de tudo, é gente boa pra caramba e, por simples caridade, escreveu para este blog.
Texto que escreveu para este blog:

Próxima estação Central do Brasil, desembarque ao lado de gente muito diferente

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Bel Oliveira

Bel Oliveira ou Isabel Oliveira é mestra em literatura portuguesa pela UERJ, o que a faz se autointitular também de Bel Uerj. É, com seu metrimeio de altura, a grande e irritadiça copidesque do Senac Rio. Além de todos os seus méritos, é, também, fã de psicologismos, bandinhas emo, seriadinhos românticos e outras coisas que muito a enriquecem, mas que não se fala em um currículo. É mais por seus deméritos do que por seus méritos que fico feliz com sua participação aqui no blog.
Texto que publicou neste blog:
A perseguição de Lúcia

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Rogerio

Rogerio é também Tadeu porque nasceu no dia de São Judas, mas assina só Rogerio sem segundo nome e sem sobrenomes, talvez para que seu nome seja tão universal quanto seu traço. Andou pelo Pasquim, pelo A Notícia, pelo Jornal dos Sports… ganhou Festival Internacional de Humor, trabalhou com o Luís Pimentel, com o Jaguar… mas há coisa melhor pra  colocar no currículo que desenhar e escrever para o blog do filho?
Texto que publicou neste blog:

O profeta louco

Textos que ilustrou neste blog:
1 – Joycilene: a passista da Intendente Magalhães
2 – A Feira de Trocas
3 – O milagre do Fred Astaire do Sertão
4 – Rose: genérica, alternativa, pirata.
5 – Rio do Janeiro
6 – “Onde as estrelas menten”
7 – O mendigo 3 do mural 45
8 – O queijinho do Pscinão
9 – Deu Bode
10 – A Cidade do Adeus
11 –  O Suicida do Cristo
12 –  A 5ª obra
13 – A mãe do árbitro
14 – O gari da Sapucaí
15 – Conversas com Drummond
16 – O espírito da Lapa
17 – O passador de cantadas
18 – Narciso
19 – O Jardim dos Sentidos
20 – História Real 

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Victor Souza


Victor Souza ou, aos amigos, apenas Victor ou Vitim… é sujeito difícil, tijucano torrão e, como dizem por aí e ele nega, extremamente machista. Dono do cavanhaque mais famoso dos tempos de graduação da UFRJ, é mestrando em literatura portuguesa e professor de Literaturas. Casado com Amanda que os maldosos dizem ser a única pessoa que o consegue aturar. Cabe a você leitor, agüentar suas letras aqui neste blog.
Texto que escreveu para este blog:

Pisci-NÃO!

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Michelle Silveira da Silva e Silva

Além de escritora, foi escrita. Poucos sabem: Felipe Dylon compôs A Musa do Verão pra ela. Conheço-a desde sempre, dos corredores azuis do Arte e Instrução, desfilando com as melhores notas das provas. Moradora de Cascadura e professora de inglês, é capaz de causar os mais terríveis danos com um lápis em punho, por isso exigi que usasse o teclado.
Texto que escreveu para este blog:

Nicho de Mercado

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Priscila Acioly


A Pri tem as linhas leves e brincalhonas, escreve poeminhas curtinhos, quase infantis, bonitos de ler. É estudante de letras da UERJ e minha amiga através dos textos. Foi minha aluna de teatro com quem tive a oportunidade de aprender bastante. Chorona inveterada, sempre reclama que não sabe escrever, não sabe o que quer, não sabe o que fazer. É por isso que comigo escreve na marra e tá aqui aprisionada ao blog.
Texto que escreveu para este blog:

A Cidade Dele

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Cristiano Pessoa

Conheci o Cristiano num congresso de Literaturas Africanas na UFRJ. O cara é 
um figuraça e, inicialmente, trocamos idéias por causa de nossa paixão conjunta pelo Eddie Murphy. Depois, descobri que além de ser um personagem de humor, Cristiano era um artista gráfico extremamente criativo com uma concepção de arte bem inovadora (ao menos pra mim). Pouco espaço pra preocupação estética, muito pras idéias. Este niteroiense filho de Pastor Batista é um polemista de primeira e não vem em vão publicar nesse blog. Alguns de seus trabalhos estão em http://pessoadacruz.wordpress.com/
Texto que ilustrou neste blog:

La Muerte en el Hotel el Prado
Tanque 

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Vinni Corrêa

Vinni Corrêa é uma megacelebridade (a ser descoberta) do metal-romântico francês (inda que seja brasileiro) com toques de bregamusic, com montagens pornô-sádicas e versos do ápice do modernismo arcaico. É crítico feroz de cinema, de teatro, de marketing, de gastronomia, de crítica e de si. Escreve pra este blog apenas por recursar-se a fazê-lo para provar que a contradição é a única possibilidade humana, ainda que se contradiga.
Texto que escreveu pra este blog:

Abaixo de Cristo

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Carla Ceres

Conheci a Carla Ceres graças ao concurso de microcontos pra twitter feito pela ABL. Pessoa muito caridosa, tive a sorte de ela escolher este blog pra morar e todo texto daqui parece que só fica pronto de verdade depois que recebe um comentário seu. Além de bom coração é cheia de predicados elogiosos no quesito texto: membro da Academia Piracicabana de Letras e ganhadora inveterada e impiedosa de concursos literários, já deveria ser considerada or concur que nem o Clóvis Bornay. Poeta atenta ao meio virtual, deixa sua Piracicaba para navegar por este blog de viagens.

Texto que escreveu pra este blog:

Boa Ação Cultural no Pão de Açúcar

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Jônatas Amaral


Também batizado no pré-primário de Jonatã Cara de Maçã. Sabe-se: ele é um violão (não que lhe preze as formas corpóreas). É que o tal se confunde ao objeto vide que estão sempre – seja lá ou cá – juntos. Fui seu aluno de violão e ele meu aluno de teatro, confesso: ele foi muito melhor aluno que eu. É um pop-líder juvenil, amante de Giberto Gil e blogueiro do Tá comigo, Tá com Deus! Lhe pedi um texto, mas quem sabe um dia não lhe peço uma música.

Texto que escreveu pra este blog:

Que Mário?

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Venturieta

A Gabi, Gabriela Ventura, é aquela eterna branquela cheia de caras, bocas e OKs, habitante da Cátedra Jorge de Sena, leitora de uns livros lá do cu de Portugal e de umas coisas que, na minha ignorância, acho que são gibis de japonês.  É aquela que um dia –  jogo na cara – arrumou um emprego graças a mim e, de tabela, um namorado  e agora tem que pagar a dívida cedendo suas letras pra este bloguezinho de merda.

Texto que escreveu pra este blog:

Ao vivo, do Sambódromo

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Dagoberto

Dagoberto ou Dagô (para os íntimos) me parecia um sujeito meio psicopático: extremamente tímido –  não tira fotos; pessoalmente, não vaia ninguém; não conta piadas… Fisicamente me lembra o Ricardo Reis, mas a escrita é um mix contraditório de um pseudo-Caeiro com pseudo-Campos.  Os amigos sempre sacaneiam que ele não caga fora de casa, não chuta uma bola, não dança uma música… mas há um Dagô dionisíaco, se há. E é a confusão de Dagôs que vem baixar aqui no blog. Ê-ê!

Texto que escreveu pra este blog:

– Kota Kahuana

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Emily Aparecida

A Emily Aparecida não é nada aparecida. É pessoa bem tímida até. Fessora de geografia formada na UFRJ e aluna desse Riozão de Janeiro. Está sempre atenta às músicas, aos filmes, aos lugares… É dona de um imenso caveirão negro com o qual desentorta as ruas da cidade, com o qual vence as blitz, com o qual viaja e com o qual faz um pitstop neste blog.

Texto que escreveu pra este blog:

– Desde que a Lapa é Lapa é assim

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Xandinha Magalhães

Alexandra Mendes Magalhães é a Imperatriz do Humaitá, a patricinha amiga dos suburbanos, Evita Perón brasileira, Madre Teresa Carioca ou, pra mim, Xandinha (jamais ALÊ!). Amiga de infindáveis almoços, amiga de decepções trabalhistas, amiga de muitas bolas-fora e fofocas intermináveis e incontáveis. E agora, também, amiga de blog.

Texto que escreveu pra este blog:

 Ipanema

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Betona

A Betona é uma garota grande, muito grande, com um coração ainda maior. Minha melhor amiga de UFRJ, moradora dos cafundós de São Gonçalo, amante de literatura, gente boa de não ter adjetivos pra descrever, pessoa simples demais, legal demais de se conversar. Fez um turismo pela Capital do Rio de Janeiro pra escrever texto pra este blog e é divulgadora oficial dos meus textos para seus alunos.

Texto que escreveu pra este blog:

A Lagoa por minha irmã

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Nathy Fetim ACDC

A primeira imagem que tenho da Natália é de uma menininha que só tinha cabeça e se equilibrava pelos corredores do Arte e Instrução. Irmã do meu grande amigo Roberto, de tabela, minha irmã também (ela queira ou não). Namorada de outro grande amigo meu, Vinni Corrêa, casal que ajudei a unir e que já sou padrinho de casamento. Nathy é a prova de como o tempo passa rápido: se tornou uma moçona (exageirei) e pra mim continua sendo um eterno Fetim.

Texto que escreveu pra este blog:

O Jardim Botânico

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Ramon Ramos

Amigo de departamento de Literaturas Africanas. Lembro do Ramon chegando no primeiro dia de pesquisa, com sua eterna camisa laranja, e falando que odiava trabalhar com poesia, que preferia ficar sem bolsa de iniciação científica, que trabalharia prosa e que trabalharia com o Mia Couto que até então eu só conhecia de nome e, graças a ele, comecei ler seus livros. Ramon é um cara inteligentíssimo e nervosinho. De poucas palavras e muitas histórias de sua avó. De tatuagem africana no punho e uma branquidão na pele. Ramon hoje é como diz, o poeta, ainda que não goste de trabalhar com essa coisa de poesia.

Texto que escreveu pra este blog:

Tanque

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Felipe Silva

Eu achava o Felipe um cara extremamente arrogante. E, talvez, a princípio, seja isso mesmo. Sujeito de alguns “eus”,  é um aventureiro pela poesia, pela filosofia,  pela ficção… Felipe gosta tanto de si que criou vários “sis”. Sou amigo de dois “sis” seus. E quando dá vazão a todos eles, é ao mesmo tempo o personagem que fala rebuscamentos e palavras singelas, ferramentas e inutilidades.  Felipe é, acima de tudo, amigo de textos e esta amizade vai acima de outras amizades.

Texto em que participou neste blog:

– Pelas linhas dum e-mail conheci Fortaleza

6 Respostas para “Participações Especiais

  1. Que legaaaal, jamais vira isso aqui antes! Achei fofo isso o que escreveu sobre mim, sobre eu ser chorona haha
    Obrigada por me aprisionar.

  2. hahahahahahahahahahahahahahah NÃO TOU ACREDITANDO que você colocou o apelido que a Emanoelle odiava. Ela deve ter ficado contentíssima… rs

  3. Adorei a descrição que você fez de mim… saudades dos tempos de UFRJ!

  4. Achei uma descrição muito, mas muito digna.

    Comentário do JP, ao lê-la: O Vinivius TINHA que me citar, né?

    E vâmo que vâmo.

  5. hahahahahahah

    Só agora vi isso! Mandou bem na minha descrição, meu camarada!
    Não gosto de trabalhar esse negócio de poesia mesmo não! rs Acho que ela, a poesia, é que resolveu ir me trabalhando aos poucos!

    abraço

  6. PS. Quando precisar de outro texto do tipo, para uma nova série, me dá um toque!

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